Ciate completa 25 anos

Neste mês de agosto, o Centro Infantojuvenil do Iate (Ciate) comemora o aniversário de 25 anos de história. Em edifício projetado pelo sócio e arquiteto Tony Malheiros, em outubro de 1995, e inaugurado em 5 de agosto de 1996 na gestão do ex-Comodoro Ennius Muniz, o espaço é dedicado aos associados nas faixas etárias entre 4 e 13 anos e oferece 14 diferentes atividades, dentre as quais dez são modalidades esportivas.

Na área esportiva, o Ciate visa formar uma base sólida de habilidades em seus pequenos, respeitando as fases da formação e do desenvolvimento de cada aluno. “Trabalhamos com o objetivo de estimular e desenvolver capacidades coordenativas, além de aptidões que dependem de controle neuromuscular como coordenação multimembros, agilidade, velocidade, tempo de reação, flexibilidade, consciência corporal e espaço temporal, equilíbrio, ritmo e disciplina”, explica Fátima Dantas, coordenadora do Ciate.

É no Ciate e nas escolinhas que os pequenos Sócios iniciam a vida esportiva nas diferentes modalidades oferecidas pelo Clube como natação, tênis, optimist (vela), dança, capoeira, patinação, vôlei, futsal masculino e feminino, judô e peteca.

O aluno ainda realiza as lições do colégio, recebe acompanhamento pedagógico e exercita diferentes atividades que trabalham o físico e o mental, sempre auxiliado por experientes profissionais. A estrutura do espaço é de altíssima qualidade, com salas de aula e laboratórios de informática dotados de ótimo mobiliário, além de brinquedoteca e sala de dança. 

João Lima Bastos, Presidente do Ciate, comentou, com orgulho, os 25 anos do projeto. “São anos dedicados ao quadro social, contribuindo com a formação de cidadãos responsáveis e conscientes. É gratificante ver o comprometimento de toda a equipe em prol dos nossos associados, bem como do quadro social que, diariamente, confia a nós os seus filhos”, afirmou João Lima. 

Durante o evento organizado para celebrar com as crianças os 25 anos do bem-sucedido projeto, o Presidente fez questão de citar o apoio de todos, especialmente dos sócios Pedro Gualberto, Frederico Monteiro, Paulo Fioravante e Segóvia que, segundo ele, “foram decisivos na formação do espaço que conhecemos hoje”.