Preservando a memória do Iate

A memória é um dos alicerces que dão sentido à vida e, com uma instituição, não é diferente. Neste sentido, preservar a história do Iate é uma forma de mantê-lo vivo e de fortalecer suas bases. 

A Diretoria Cultural é a responsável por conservar fotos, documentos, objetos e organizar os registros dos fatos. Na edição anterior do Jornal do Iate, foram apresentados alguns fatos da década de 60 e, neste, traremos parte dos registros da década de 70. 

“Na última semana, celebramos os 61 anos da capital e do Clube. A história do Iate tem ligação única com a trajetória da construção de Brasília, não apenas pelo fato de comemorarmos o aniversário no mesmo dia e ano, mas, principalmente, por ambos terem tido como grande idealizador Juscelino Kubitschek”, avalia o Diretor Cultural, Flávio Schegerin. 

 

O ano era 1971 e o Iate celebrava seus 11 anos com um show exclusivo do Rei Roberto Carlos, também aniversariante de abril e com 30 anos à época. 

 

Dezembro: Em dezembro de 1976, acontecia o corte da fita inaugural da Portaria Social e da nova Sede Administrativa com a presença do Governador do DF, Elmo Serejo Farias; do Presidente do Conselho Deliberativo, Antônio Carlos E. Osório; do Comodoro Hely Walter Couto, da diretoria e de diversas autoridades.

 

Em 1976, após um hiato de 12 anos, um de nossos fundadores, o arquiteto Oscar Niemeyer, retorna ao Iate e faz visita às obras em andamento.

O Iate foi palco, em 1976, do show de lançamento da linha tratores Massey-Ferguson, com a participação de autoridades, do corpo de balé do programa “Fantástico”, da TV Globo, e dos artistas da mesma emissora.