Iate Clube de Brasília redobra cuidados com os Associados

Em julho de 2020, quando o Iate pôde ser reaberto, a alegria de encontrar os amigos e usufruir das atividades oferecidas pelo Clube contagiou a todos. Desde então, dia após dia, a administração tem se posicionado com mais responsabilidade e tomado medidas de biossegurança para preservar a saúde dos Sócios, dos funcionários e dos prestadores de serviços.

Nesse sentido, o Clube ainda investiu massivamente em uma campanha de conscientização acerca do uso de máscaras, do distanciamento social e da higienização das mãos. Além dos inúmeros comunicados espalhados pelo campus e do trabalho informativo neste veículo de comunicação, os coletes utilizados pelos funcionários reforçam que a responsabilidade de cada um é de suma importância para que não haja o temeroso retrocesso, ou seja, o fechamento do Iate. 

Neste mês de fevereiro de 2021, o Iate Clube de Brasília recebeu uma visita da Vigilância Sanitária com o objetivo de verificar a obediência dos Associados em relação às normas sanitárias de proteção e segurança contra a covid-19. O órgão elogiou as medidas até então adotadas pelo Iate, mas fez ponderações quanto ao não uso de máscaras e das aglomerações identificadas pela equipe de fiscalização, principalmente junto ao Bar dos Cunhados e arredores da área infantil. 

Em função disso, e objetivando o cuidado com o Associado e o carinho com as famílias que frequentam o Clube, o Conselho Diretor aprovou uma norma, a qual será submetida ao exame e deliberação do Conselho Deliberativo, a respeito de como os Associados e as pessoas que frequentam o Iate precisarão proceder para que um proteja o outro e todos fiquem em segurança.

“A pandemia nos forçou a tomar decisões e fazer mudanças que colocam a saúde, o bem-estar e a segurança em primeiro lugar. Temos visto outros Estados iniciarem o fechamento dos Clubes e não queremos que isso aconteça no Distrito Federal. Por isso, é fundamental que todos utilizem o Iate com consciência e responsabilidade, respeitando as normas internas e externas vigentes”, avalia a 2ª Vice-comodoro, Cecília Moço.